Sou Poeta? Dizem...

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Eric Oliveira Costa e Silva



Caminho entre as lavras do mundo da poesia desde o encontro com a professora Maria das Graças Picollini na disciplina de português. Ainda no Centro Específico de Formação ao Magistério (CEFAM). Bons tempos e como não lembrar, algumas pessoas especiais daquele período, eu presenteei com poesias autorais escritas em cartão vegetal.

Comemorar? Sim! Doze anos de uma conquista marcante, uma vez, no ano de 2009 com a poesia Poetas fui um dos cinquenta melhores poetas selecionados ganhadores do II Prêmio Literário Canon de Poesia.

O prêmio tinha por objetivo descobrir novos talentos, promover a literatura e difundir a impressão digital de livros no Brasil e há época com a matéria do jornalista Jean Oliveira, ganhei até o selinho destinado a conteúdo próprio para as crianças leitoras do Jornal Folha da Região e um voto de aplauso da Câmara Municipal de Araçatuba.

O lançamento do livro do II Prêmio Literário Canon de Poesia ocorreu na histórica Casa das Rosas, na avenida Paulista. Convidei alguns poucos amigos para estarem presentes neste momento muito especial e estiveram Alessandra Dadona, João Westin, Jorge Bergoglio (na época, Cardeal. Hoje! Papa Francisco) e Luís Valente.

Importante frisar, não tenho posse da foto onde esse poeta dessas linhas, a amiga Alessandra Dadona e Jorge Bergoglio (na época, Cardeal. Hoje! Papa Francisco) eternizamos o momento.

Tenho uma vontade imensa, ela consiste na gentileza do meu amigo Dom Sérgio Krzywy, Bispo Episcopal em intermediar um e-mail oficial para quem sabe, a sonhada foto esteja em um quadro na sala de minha humilde casa, pois é a única a faltar em meus arquivos do dia.

Mas, quem define uma pessoa como poeta? Esta questão chave é respondida pelo reconhecimento de um grupo sob a percepção de criação do escrutinado e muitas vezes os poetas e escritores são alocados em um estilo de escrita, dados nos contributos de uma escola literária e foi entre toques, broncas e muita amizade que descobri no Grupo Experimental (GE), pelas palavras do professor Tito Damazo, ter o meu estilo de escrita semelhante com a escola neo surrealista.

A percepção do saber/fazer poético nutri, no meu caso, poemar o observável, denomino como a poesia dos encontros, onde o cotidiano se posta em figuras de linguagens e em mote de inspiração da poesia estruturada de maneira a dialogar com conceitos científicos, onde a quebra da ordenação da leitura é a pausa necessária para criar a catarse.


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