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O quê é a Poesia?

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Eric Oliveira Costa e Silva. Bem-vindo a minhas letras, cada uma, ao encontrar seu tempo de leitura é um elo a unificar mundos em um reluzir latente de histórias garimpadas no cotidiano deste seu prosador e poeta. Nesta crônica irás rondar a cada canto da sala dos passos de prosas poéticas perdidas e sob o manto de "bites". Convido-o a puxar o banco e deixar desarmar-se os escudos dos distanciamentos e se achegar à invisível querência da foz rente do prosaísmo. Sente! Calce as botas de veredas literárias, este nosso encontro, sempre serás, um ato de pertencimento da tribo de quem gosta, lê e quem sabe de forma obstinada, faz ou um dia, fará literatura. Deste espaço espero a sua vontade latente de andar nos meandros das almas a emergir de searas da esfera individual. Nele, tu poderás correr os olhos de leitura sobre as lentes de paredes, um barco e os amontoados de coisas, cujo tempo permite partida e, ao mesmo tempo, encontro de formas, forjadas, fornalha, forçada do permitir...

Novo Nome

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<Poesia> “Brindo o seu quase novo nome; [Conteiro!” Para falar de sonhos perdidos  sob as têmporas das naves, dantes nos quadros de Dante. O poeta hoje, recebe o carteiro... Você é bem-vindo carteiro? Brindo o seu quase novo nome; [Conteiro! Conteiro! Não me trazes mais as boas novas como cartões de natal,  cartas perfumadas, selos do além mar... E diz o poeta! Carteiro: Daquele seu trabalho de ontem pelo longe dos dias marcados, dos sonhos meus, talvez o mais duro ainda seja, os não mais trazidos por ti. Os tempos são ásperos hoje, apenas contas... Conteiro! Outrora, os sorrisos de tempos bons o choro que cala a partida, não cabe em figuras de linguagem. As veias abertas de nosso ser não são mais só latinas… Resta-me agora… Conteiro! Juntar mais e mais dinheiro. Resta-me agora… Conteiro! Pagar longas folhas de impostos. Pagar minhas vestes praguejadas pagar…a reconstrução do...

Açucena em godê 💕💕💕

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<Poesia>   “Lápis giz nas mãos precisas de menina/linhas finas, no tecido do novo vestido desliza//”       Cá no mundo das futuras lembranças   junto à velha sala de costura da vovó   contra o vento da janela flanam agulhas,   dedais, moldes, alfineteiros…   Cada canto perfila suores atemporais.       Entre livros, lavras, quitutes e cantos de ninar   seus momentos, hoje, a vovó festeja.   Eles os são feitos o desenrolar de linhas antepassadas   a ensinar a neta, a arte da costura.       Ela, ao adentrar no ateliê da avó   já vê nas tiras, trajes para suas bonecas    cada uma delas com nome de flor.       Lápis giz nas mãos precisas de menina   linhas finas, no tecido do novo vestido desliza.   Açucena vai ficar linda em godê!   Vestida com amoreira...