Quadro de Avisos



Eric Oliveira Costa e Silva


Lá no tempo também templo do lugar do saber, existe algo a mais do que estamos acostumados a aprender, apesar de muitos este narrador e participe das Histórias deste blog, não se fazer compreendido por muitos, elas jorram na info-web.

Agora quero falar com você, crítico aos meus feitos, dado a conjugar minha inteligência e minha vida pelas veredas escuras da falta de razão, a colocar-me entre o panteão de um ser regido pela loucura. Saiba, tu não podes negar aquilo não aceito por ti pelo simples fato de ser histórias reais a permearem as vertentes do verbo a florescer, mesmo perante a sua descrença.

Um quadro e suas palavras a eclodirem uma realidade, transpõem cotidianos irremediáveis, as palavras, neles contidos, levam a selar, pactuar ou desnovelar tudo aquilo que uma pessoa pensa de você. Assim como as demais coisas da vida em sociedade, uma vez dando de beber as cortinas entreabertas, a saltar pelas salas dos abraços elas podem até distanciar seres imagéticos.

Outra vez, faço saber a todos, do alto dos meus quarenta e seis e para você medir a régua e o compasso de meus dias com toda a propensão da razão, vos digo: 

Aos dezenove anos passei a ser Militar dentro dos quadros da Marinha do Brasil, onde pude colaborar como comandante de previsibilidade da Operação Amazônia Azul - Mar Limpo é Vida, trabalhando como arquiteto de armas no projeto de Programas de Submarino, arquiteto de armas do Projeto Gripen E e sou Campeão Mundial de Luta Militar.

Aos 39 anos fui indicado ao Prêmio Hubble,  aos 44 indicado ao Prêmio Nobel de Física, tendo também a formação de Jornalista com inscrição ao Prêmio Esso e neste com mais de uma indicação ao Prêmio Esso. 

Do ponto de vista artístico e literário sou poeta selecionado entre os 50 melhores do Brasil no II Prêmio Literário de Poesia Canon, integro o Grupo Experimental (G.E) da Academia Araçatubense de Letras (A.A.L) e cineasta com Participação Laborativa no Filme “Julieta” de Pedro Almodóvar e pude receber em mãos o Prêmio Oscar em 2020, pelo melhor roteiro original em O Parasita.

Para muitos é “normal”, à primeira vista, desacreditar, uma vez, na mente de seres acostumados à subserviência, as conquistas estão obstinadas a quem tem dinheiro, poder e nome de família quatrocentona.

Prefere acreditar em histórias contadas por outros, saiba, as torrentes ardentes translúcidas destas letras em ações dadas neste ato de acreditar envolto a magia barata pré-estabelecida de sua crença, nos inimagináveis processos de cada intenção revelada tentam falar com o critério da verdade.

Nos cantos da ação de um dia, sempre vão regar minutos históricos, onde a cada letra apertada, o céu de vitrais diferentes e diferenciados, irão nos brindar o abrigo ou a falta de paz total, a cantar cantadas cândidas caligrafadas de nossa voz.

Quanto aos amigos, sempre o teremos junto a nós, já aqueles a desvirtuar esse ponto de medida, a vida com eles nos faz sofrer e até mesmo, este sofrimento se dá em silêncio.

Do céu posto nos tempos de tambores dos timbres em caminhos pelas mesmas vontades de entrega ao máximo daquilo, no qual, me proponho a fazer.

No linguajar popular, vou a fundo nos meus afazeres, daí a necessidade eminente de perceber quem são os amigos e quem os travestem de imagens de amigos, mas, não o são.

Depois de palavras duras de relações de amizades sociais inglórias, devemos buscar sempre a perseverança de tentar e estar aberto ao quadro de novas amizades, uma vez, sabido, a vida continua e esse é o aviso, do qual, devemos ter em mente.

Essa ilação de ingratidão entre um a considerar o outro amigo e um desflorar essa flor tão linda chamada amizade, fomenta um sem fim de narrativas e, com o coração contido, a cada ato de poema nos farão da máquina do contar, um carregado de tons da Praça do Ser, bem ao lado da esquina com a irreverente Avenida do Era. Logo ali, bem pertinho da Alameda florida do Fui, bem onde estão as memórias e ciclos abertos e fechados.


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