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Mostrando postagens de março, 2025

Sou Poeta? Dizem...

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Miniconto Eric Oliveira Costa e Silva Caminho entre as lavras do mundo da poesia desde o encontro com a professora Maria das Graças Picollini na disciplina de português. Ainda no Centro Específico de Formação ao Magistério (CEFAM). Bons tempos e como não lembrar, algumas pessoas especiais daquele período, eu presenteei com poesias autorais escritas em cartão vegetal. Comemorar? Sim! Doze anos de uma conquista marcante, uma vez, no ano de 2009 com a poesia Poetas fui um dos cinquenta melhores poetas selecionados ganhadores do II Prêmio Literário Canon de Poesia. O prêmio tinha por objetivo descobrir novos talentos, promover a literatura e difundir a impressão digital de livros no Brasil e há época com a matéria do jornalista Jean Oliveira, ganhei até o selinho destinado a conteúdo próprio para as crianças leitoras do Jornal Folha da Região e um voto de aplauso da Câmara Municipal de Araçatuba. O lançamento do livro do II Prêmio Literário Canon de Poesia ocorreu na histórica Casa das Ros...

Passarinhos Passarão

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Miniconto. Now in English Scroll the Text bar Eric Oliveira Costa e Silva Eliaquim, vestido com roupa de domingo, cabisbaixo, entra ofegante pela porta do consultório, sua pele opaca, os olhos avermelhados esbugalhados e sua alma, antes rebelde, daqui em diante carregarão a nova sina do seu dever constante de reafirmação de si próprio. A recepcionista Elisa veste um terninho verde musgo, uma calça league da mesma cor e uma blusa branca e do alto da tua cadeira detentora de pequeno poder, declina a caneta sobre a escrivaninha em embaúba e leva a mão na agenda para confirmar os horários das consultas. Eliaquim com a boca extremamente seca devido às medicações caminha até o bebedouro para aliviar a sua fármaco-sede, já com o questionamento principal a martelar a sua vida e de uma vez por todas, doutor Sadman hei de dar uma resposta. Elisa, hábil no trato com os pacientes, aponta para o sofá de alvenaria almofadado do consultório particular e pede para Eliaquim se sentar, pois ainda há qui...

Adjá em Flor Real.

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Eric Oliveira Costa e Silva Draco, diante das notas da Adjá, vê nos seus sentidos, as voltas de espíritos caminhantes de um velho tempo. No Terreiro, dele soam os relógios de noites semanais, onde sibilavam letras, donde bailam vontades de um querer em lembranças rentes. Cada uma das buscas, na qual, urge no coração dos presentes a fé, o respeito e a vontade de encontrar nas almas, as soluções para suas perguntas. Sempre à espera da hora sul das ampulhetas, os olhos de Draco, não mais convidado para os trabalhos, a cada segundo de todas as horas do dia, procuram a jovem Leocácia. Um dia, as Histórias de Draco e Leocácia complementarão as odes de uma vida conjunta e tais passos, apontaram o ponteiro de tantas margens, na qual, ele, agora, triste com a distância, tende a versar pelos cantos a apontar um amor intermitente. Nas ondas oculares da rememoração dos dias de Draco no Terreiro, salta na íris, o rodado de saia branca, imponderável do traje de médium de Leocácia. As vestes, firmam ...

O quê é a Poesia?

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Eric Oliveira Costa e Silva. Bem-vindo a minhas letras, cada uma, ao encontrar seu tempo de leitura é um elo a unificar mundos em um reluzir latente de histórias garimpadas no cotidiano deste seu prosador e poeta. Nesta crônica irás rondar a cada canto da sala dos passos de prosas poéticas perdidas e sob o manto de "bites". Convido-o a puxar o banco e deixar desarmar-se os escudos dos distanciamentos e se achegar à invisível querência da foz rente do prosaísmo. Sente! Calce as botas de veredas literárias, este nosso encontro, sempre serás, um ato de pertencimento da tribo de quem gosta, lê e quem sabe de forma obstinada, faz ou um dia, fará literatura. Deste espaço espero a sua vontade latente de andar nos meandros das almas a emergir de searas da esfera individual. Nele, tu poderás correr os olhos de leitura sobre as lentes de paredes, um barco e os amontoados de coisas, cujo tempo permite partida e, ao mesmo tempo, encontro de formas, forjadas, fornalha, forçada do permitir...

Quadro de Avisos

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Eric Oliveira Costa e Silva Lá no tempo também templo do lugar do saber, existe algo a mais do que estamos acostumados a aprender, apesar de muitos este narrador e participe das Histórias deste blog, não se fazer compreendido por muitos, elas jorram na info-web. Agora quero falar com você, crítico aos meus feitos, dado a conjugar minha inteligência e minha vida pelas veredas escuras da falta de razão, a colocar-me entre o panteão de um ser regido pela loucura. Saiba, tu não podes negar aquilo não aceito por ti pelo simples fato de ser histórias reais a permearem as vertentes do verbo a florescer, mesmo perante a sua descrença. Um quadro e suas palavras a eclodirem uma realidade, transpõem cotidianos irremediáveis, as palavras, neles contidos, levam a selar, pactuar ou desnovelar tudo aquilo que uma pessoa pensa de você. Assim como as demais coisas da vida em sociedade, uma vez dando de beber as cortinas entreabertas, a saltar pelas salas dos abraços elas podem até distanciar seres imag...