Jornada 4x3


 


Foto de TACILIM ORÉFICE



    A defesa da jornada 4x3 é a vitória da barbárie contra a submissão da falta de humanidade, a lógica disfuncional da vida e o direito ao trabalho e o próprio direito à Fé, pois, um ser sem fôlego de vida, não pode prestar culto, sem ter em si, os passos que a fadiga o reduz ao abandono da vida em Comunidade.


Falsa Polêmica.


    Aquele a julgar como “falsa polêmica” a Reforma Tributária e a necessidade da Reforma Trabalhista, tende a escamotear a vida de quem trabalha, não vive a realidade e ainda se pré-dispõe a eternizar um Brasil que vive entre o Colonial e o Moderno do Século XX.

    O século XXI deve ser de cuidado com pautas e entraves, uma vez, por si próprio deve ser um aglutinador contra guerras, evitando assim, os erros das Grandes Guerras. 



União e Reconstrução.



    A bandeira tremula e nos diz ama-te a Ordem e o Progresso atual. Já o Povo, vê aos olhos de diversas cores, duma revolução, onde o trabalhador, não mais perecerá de estafa, não perderá os sentidos e cairá ao chão por falta de forças para conseguir chegar ao seu canto atual, a jornada de trabalho de escala 4 × 3 não mais é etérea utopia. 

    Chegamos ao novo recomeço, onde o tom deve ser a tônica e ressurge no dia 14 de novembro como uma Luz Clara no saguão das Almas, das quais, um dia passaram há outro plano.

    Junto ao Povo há hora de descanso… é divina dádiva e agora urge há hora da revolução e as Forças Armadas devem ser petrificadas nos Órgãos de Transparência do Governo como servidores da Pátria.

    Nas movimentações em defesa da jornada 4x3, um chamado a não violência deve ser um norte nas casernas, nas denominações, no Povo de maneira a criar uma Ordem Constitucional voltada ao bem viver em comunidade.



Por um Poder Judiciário e um Sindicato Forte.


    A informalidade deve ser combatida com um Poder Judiciário presente, o retorno da Justiça do Trabalho e de Sindicatos Fortes, deve garantir ao trabalhador o direito à vida, pois a jornada de 4x3 faz jus ao caminho da busca de quem é aviltado do direito ao bem-estar social, do descanso e ao mesmo tempo a jornada atual de 44 horas, não garante ao trabalhador uma continuidade no Mundo do Trabalho e não permite a quem trabalha o direito ao trabalho intermitente. 

    Cria-se assim um hiato de vida que persevera a insanidade e a informalidade deve ser rechaçada com a ação da Justiça, das Polícias e dos Sindicatos, pois, a busca pelo emprego formal de carteira assinada, deve garantir também o próprio crescimento do consumo e o crescimento da formalidade é a obtenção destes trabalhadores ao direito ao crédito postos nos setores Públicos e Privados.



Teste para a Cidadania.



    Um teste para a cidadania, deve ser a busca de solidariedade entre os trabalhadores e os homens e mulheres que fazem parte do saber jurídico, de onde, a função vital do direito adquirido e o direito a ser consubstanciado e defendido. Deve deixar claro, quais serão os papeis do Povo e o olhar adjacente à própria educação das gerações, das quais, deve incutir em todos o direito ao trabalho como bem maior de vida e não de exclusão por falta de forças vitais para corroborar a vida do trabalho.

    O direito por si só, deve ser na tabela Capes, uma grande área do saber, o fim do trabalho como símbolo, impôs essa derrota, mais aos proprietários, os trabalhadores, os homens aviltados pela informalidade também devem defender essa mudança. 



Vamos! De braços dados ou Não.



    Logo! Vejamos a República Federativa do Brasil, entre as Nações onde o bem estar social encontra a defesa da jornada 4x3 para o Capital, o Poder Público e Privado, deve ser compreendida como o Direito do Trabalho e do trabalhador ao próprio trabalho. Sirvamos a mesa com o puro deleite da defesa da Cidadania.




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