Um Dia: “Canta a Liberdade”.
<MiniTexto> “As águas de março, antes felizes, alguns dias foram envoltas há dias de dor moral e física, pior ainda eram as marcas rochas pelo corpo, causadas pelo punho direito de seu marido”. Para Laura, os dias de hoje e amanhã fincam nuvens pretas, quando da chegada do marido. Para ela, nada é mais doloroso do que guardar as horas para passar, mais e mais horas de humilhação. Oscar não aceita iniciativa alguma da mulher, a comida à mesa deve ser a escolhida por ele, os sapatos, as roupas, o batom, o corte de cabelo, tudo escolha de Oscar. Ela, dentro da sua ingenuidade, espera como quem sabe, com um passe de mágica, o marido volte a ser como no começo do relacionamento. Oscar, era um grude só, levava flores para marcar as datas comemorativas, chocolates para adoçar as horas de distância, onde ambos estavam longe, um do outro, conversava sob expectativas futuras, sonhos conjuntos, tudo era, um sonho. ...