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Mostrando postagens de fevereiro, 2020

Um Dia: “Canta a Liberdade”.

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<MiniTexto>   “As águas de março, antes felizes, alguns dias foram envoltas há dias de dor moral e física, pior ainda eram as marcas rochas pelo corpo, causadas pelo punho direito de seu marido”.   Para Laura, os dias de hoje e amanhã fincam nuvens pretas, quando da chegada do marido. Para ela, nada é mais doloroso do que guardar as horas para passar, mais e mais horas de humilhação.   Oscar não aceita iniciativa alguma da mulher, a comida à mesa deve ser a escolhida por ele, os sapatos, as roupas, o batom, o corte de cabelo, tudo escolha de Oscar.   Ela, dentro da sua ingenuidade, espera como quem sabe, com um passe de mágica, o marido volte a ser como no começo do relacionamento.   Oscar, era um grude só, levava flores para marcar as datas comemorativas, chocolates para adoçar as horas de distância, onde ambos estavam longe, um do outro, conversava sob expectativas futuras, sonhos conjuntos, tudo era, um sonho.   ...

Estátuas e Esperança.

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<Declaração Aceitativa >   “Saberão, as letras de dias e de hoje, depois de fazer as primeiras opções de vida do teu Trono, doravante os dias atuais, necessitam o fim da tristeza dos tempos atuais?”   Agnes Ortoz .   Enquanto jovens em suas ânsias de liberdade, um dia, tendo nas vistas dos arcos angulares, na escada, apenas nove ou dez convidados. Quem nunca pensou em ser cineasta?   Lá, nas veredas, juvenis são repletas as memórias de mudanças, e nas salas, e pátios do Centro Específico de Formação do Magistério (C.E.F.AM), junto aos equipamentos gentilmente presenteados por Isabel II do Reino da Austrália, desde então, sonhei e agora chego com a honra de ter meu nome enlaçado a cidadania Sul Koreana , vejo na estátua de melhor roteiro original com Parasita, uma vitória a dois.   Hoje, desbravar as responsabilidades do ato de aprender a educar meu ato de fala, onde no céu, eu sempre hei de vê-la nos versos de ...

Um Grito Interior

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  <Prosa Poética>   Imagem de  Myriam Zilles  por  Pixabay     [...] Oh! Deuda do Templo do ir e vir abaixo de qualquer tom de nuvem, suplicamos as torrentes aluviais, não nos abandone o direito de amar princípio de nós e de eu” .   Na prateleira, do esforço de cura, estão os direitos, eles não os têm lado, eles os são mimeses incansáveis, flores construídas junto a muitos cantos vocais. Não nos abandone os deveres de busca pela cura.   Deste poente, poema ponderado não queremos a querência imediata de dores provocadas por aquilo que muitas crianças chamam de parasito, a temida doença. Não nos vales, a vala, do vale comum, a volver o choro dos vencedores sob lares dos sorrisos vencidos, onde o fim da doença em termino é a morte.   Democracia amiúde, são desejosas nossas lavras, não nos abandone, a compaixão que é Fé, Ciência e Razão, vão sempre há nos guardar. Nos momentos de dor, há de ...