Pós Industrialismo: "Renascimento do Ato de Contar em Rede".

Economia Cultural 

Eric Costa e Silva 

Imagem de skeeze por Pixabay 


Como diz o ditado popular, para “chutar essa bola”, dos conceitos complexos, do livro os elementos do jornalismo e as diretrizes de Edgar Morin, tendo a realidade visceral do cotidiano. Vamos dar boas-vindas a este novo texto, escrito no primeiro dia de férias deste de o ano de 1997. 
De início, devemos admitir que o processo de industrialização cultural está contido no ordenamento do capitalismo industrial, logo, é fundamental passarmos pela análise do desenvolvimento desse processo capitalista. 
Um dos principiares do capitalismo abrupto concorrencial (onde se predomina a ganância) e ordenamento da variável de capitalização, temos há destruição dos sonhos e o principiar dos organismos como longitudinais de morte. 
O velho Chaplin já nos demostrava essa variante de longa percepção contrária a capitalização como forma de fomentar o acúmulo de valores. 
O sonho então é a radiografia do consumo e de como ele estabelece nos ordenamentos de suas casas ou moradas como parcela de gente do interior, tende a estruturar as suas relações pessoais de percepção. 
Destruição de sonhos como fonte de agir, aí mora o ser andante do “há de haver”, está uma vez, os sonhos sendo dados como fundamento da vida dos seres humanos e da espiritualidade em si e da negação da capitalização como vertente de massificação da maldade para as comunidades. 
Nada mais, a dizer sob a tristeza, a dilacerar a ordem das vidas, os sonhos de quem já teve um sonho dilacerado ou mesmo encarcerado, pode compreender o componente da superação dada em uma das potencialidades de reavivar a sua história reconstitutiva. 
O Pós industrialismo do ponto de vista econômico é hoje o presente no componente cultural deste a virada do século, ou seja, contar a sua história e contar a realidade do valor comunidade. 
No capitalismo pós-industrial - não tido como negação da necessidade da indústria, temos então, o mais simples aspectos da realidade de aproximação entre ciência e religião e “as lendas desta paixão que faz sorrir e pensar” (Sandy e Júnior). 
Nos faz perceber, a possibilidade de retornar a maior lenda perdida dentro do ciclo capitalista, a felicidade e a verdade de busca de cada sonho, por vezes, jogado à margem de suas próprias vidas. 
Realidade e Sonho, Nação e Ação e o (re) acendimento das preocupações daquilo do que nos tornamos. A liberdade como sonho, o sonho como função de um ordenamento de reascender a própria chama diagnóstica do poder ser útil no sistema sonho de sua localidade.
Percuta o desejo da outra individualidade sobre a própria individualidade, seja na garantida da vida enquanto estamos no Plano do Planeta Terra. 
Um pai ao pressionar a sua criança a viver o mundo da criminalidade está diametralmente moldando o caráter criminoso de seu rebento. 
As suas lágrimas, os serão as lágrimas dos filhos e os filhos desejarão por certo determinado do tempo, o sonho do filho de não ser parte desta máquina de fazer desorganizar os dias para além de seu calendário de vida. 
Assim, vale a pena o abraço de Pai e Filho e dos familiares, junto ao sonho de refazer a vida. Logus, não admite-se a concorrente ideia de raiva de um ente familiar com o outro e sim, a busca desenfreada da conquista da nova realidade de todos.
Outra competência do capitalismo pós-industrial, está inserida no tocante a nos fazer saber, a história de seus entes, deverão ser respeitadas.
Também em dias de grande componente de escrita, podemos dar como necessário a construção da história de seus entes familiares. 
Entrar no mundo das lendas e felicidades é uma das maiores estruturação dos pós industrialismo, uma vez, vemos surgir o relacionamento, donde, tanto na lenda como no mito estão guardadas as preponderantes de um componente mínimo de verdade. 
A verdade do mito e da lenda em Nações múltiplas vão conter o componente da história de outros seres humanos não presentes no ato da história acontecida, ou seja, dá-se a necessidade de pertencimento ao mito ou lenda e a ela é incutida a versão contada a plenos pulmões e não por debaixo das mesas. 
Já na comunicação social - habilitação em jornalismo, devemos ter em mente, “enquanto uma redação tranquila e homogênea é mais fácil de administra, os interesses maiores e mais abstratos de uma empresa jornalística exigem uma cultura mais complexa. Permitir que vozes individuais se manifestem nas redações torna a administração de um jornal mais difícil, mas torna as notícias exata”. (KOVACH & ROSISNTIEL, p.p. 277). 
A possibilidade dos meios de comunicação, dialogarem, a necessidade emancipação do homem, pois, “al convertirse el conocimiento en el elemento central del nuevo paradigma productivola transformación e-ducativa pasa a ser un factor fundamental para desarrollar la capacidad de innovación y la creatividad, a la vez que la integración y la solidaridad, aspectos clave tanto para el ejercicio de la moderna ciudadanía”. (CEPAL/UNESCO, 1992, p. 119). 
No espaço tempo da modernidade, marxismo, liberalismo e pós-modernismo desenvolvem o conceito de emancipação.
Todas essas correntes, abrem alas para ao momento do tempo pós industrial e através do saber, das reformas e da revolução do respeito mútuo entre Nações torna-se o potente caráter especifico e, tratam do “exercício normal da hegemonia [de uma classe social], no terreno clássico do regime parlamentar, caracteriza-se pela combinação da força e do consenso, que se equilibram variadamente, sem que a força suplante o consenso, ou melhor, procurando obter que a força pareça apoiada no consenso da maioria, expresso pelos chamados órgãos da opinião pública – os jornais e as associações”. (Gramsci, 1922, p.p 12). 
Desta forma ocorre o empoderamento ou o distanciamento do ser humano, frente a condição emancipatória da razão. 
Os ideais neoliberais sufocador dos sonhos liberais e ávidos pela capitalização para a coloração de lucro para apenas poucas pessoas, os foram trabalhados para conjugar o fim dos sonhos e da própria religiosidade. 
Ressaltamos, a religião, a ciência (seus conexos de conexões), as lendas, mitos, histórias de vida e orais “constitui um corpo de símbolos, mitos e imagens concernentes à vida prática e à vida imaginária, um sistema de projeções e de identificações específicas. Ela se acrescenta à cultura nacional, à cultura humanista, à cultura religiosa, e entra em concorrência com estas culturas, a cultura de massas é a primeira cultura universal da história do homem”. (MORIN, 1975, pp. 12). 
Então, tendo o poder emancipatório como fundamento da realidade e dos mitos e lendas, devemos reaver as componentes de exatidão da necessidade de ter em vida o direito de reconstruir sonhos de estabelecer metas e ter no trabalho o componente das variações destes sonhos e os sonhos da humanidade é o da obediência primária como base e forma de nos distinguir dos animais. 

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