Poesia
Reflexões Iniciais
ou
Das Constitutivas, inesquecíveis
Não procure meus olhos
Noutros olhos da aldeia,
Viva vividos viscerais momentos de próprios sonhos.
Decida se seguirá nos caminhos ainda não trilhados
Saiba! Nem mesmo quero que se sinta obrigada
A segui-los em qualquer sentido, não sentido.
Vivo em uma masmorra poética
Delas vagam os fôlegos da descoberta sorridente.
Senhora dos destinos caminhantes
Tu velais mesmos os passos?
Então os faça junto aos primeiros pés, nos cadernos das possibilidades.
Nas suas páginas! Tu encontrarás o círculo eterno
Apontando junto às vias de um corpo astral,
Enquanto no mar de suas ideias, rompem calmas agruras.
Uma masmorra não é só feita de pedra
Ela vive de uivos a ventar, nas orelhas da alegria do novo dia.
És véus navegantes antes os destinos de dantes,
Prontas para trilhar tantas outras reflexões
Únicas nas páginas deste caderno, ela leva a novos horizontes
Rumo às águas de reflexão interna.
As perguntas não ofendem
Toda masmorra guarda quadros instintivos
Se decidir me seguir, neste labirinto sem vinha.
Dentre os raios flamejantes da estrela guia
Tente saber ler os germes da vida, a desencadear realidades.
Não se esqueça, todos estarão as suas voltas
Para sorrir ou chorar antes.
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