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O quê é a Poesia?

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Eric Oliveira Costa e Silva. Bem-vindo a minhas letras, cada uma, ao encontrar seu tempo de leitura é um elo a unificar mundos em um reluzir latente de histórias garimpadas no cotidiano deste seu prosador e poeta. Nesta crônica irás rondar a cada canto da sala dos passos de prosas poéticas perdidas e sob o manto de "bites". Convido-o a puxar o banco e deixar desarmar-se os escudos dos distanciamentos e se achegar à invisível querência da foz rente do prosaísmo. Sente! Calce as botas de veredas literárias, este nosso encontro, sempre serás, um ato de pertencimento da tribo de quem gosta, lê e quem sabe de forma obstinada, faz ou um dia, fará literatura. Deste espaço espero a sua vontade latente de andar nos meandros das almas a emergir de searas da esfera individual. Nele, tu poderás correr os olhos de leitura sobre as lentes de paredes, um barco e os amontoados de coisas, cujo tempo permite partida e, ao mesmo tempo, encontro de formas, forjadas, fornalha, forçada do permitir...

Quadro de Avisos

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Eric Oliveira Costa e Silva Lá no tempo também templo do lugar do saber, existe algo a mais do que estamos acostumados a aprender, apesar de muitos este narrador e participe das Histórias deste blog, não se fazer compreendido por muitos, elas jorram na info-web. Agora quero falar com você, crítico aos meus feitos, dado a conjugar minha inteligência e minha vida pelas veredas escuras da falta de razão, a colocar-me entre o panteão de um ser regido pela loucura. Saiba, tu não podes negar aquilo não aceito por ti pelo simples fato de ser histórias reais a permearem as vertentes do verbo a florescer, mesmo perante a sua descrença. Um quadro e suas palavras a eclodirem uma realidade, transpõem cotidianos irremediáveis, as palavras, neles contidos, levam a selar, pactuar ou desnovelar tudo aquilo que uma pessoa pensa de você. Assim como as demais coisas da vida em sociedade, uma vez dando de beber as cortinas entreabertas, a saltar pelas salas dos abraços elas podem até distanciar seres imag...

Salto em Primeira Pessoa

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Eric Oliveira Costa e Silva Venha leitor, nos de o deleite de ser lido, uma vez, pois, na lista deste velho-jovem Aedo já figuram o ato de salvar a vida dos presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva, quando dos dias de labor na Agência Brasileira de Inteligência, outrora, cabe contar cada um destes feitos em duas crônicas urbanas. Antes de mais nada, você sabe o quê é uma crônica urbana? Sabe o quê é um texto jornalístico em primeira pessoa? Ambos estão ao seu olhar, a um salto em primeira pessoa.  A Crônica urbana é um gênero textual que retrata a vida nas cidades, por meio de histórias que refletem o cotidiano. Já o texto jornalístico em primeira pessoa é um diferencial humanizado do saber-fazer, jornalístico. Agora me reporto ao tempo de Almirante Terra-Ar-Terra com o ouvido dolorido para o dia da entre tarde, onde meu corpo pairava no ar de pé em cima de uma tampão pluvial, tomado aos céus pela ajuda providencial de um morteiro, do qual pegou propulsão p...

Jornada 4x3

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  Foto de TACILIM ORÉFICE      A defesa da jornada 4x3 é a vitória da barbárie contra a submissão da falta de humanidade, a lógica disfuncional da vida e o direito ao trabalho e o próprio direito à Fé, pois, um ser sem fôlego de vida, não pode prestar culto, sem ter em si, os passos que a fadiga o reduz ao abandono da vida em Comunidade. Falsa Polêmica.     Aquele a julgar como “falsa polêmica” a Reforma Tributária e a necessidade da Reforma Trabalhista, tende a escamotear a vida de quem trabalha, não vive a realidade e ainda se pré-dispõe a eternizar um Brasil que vive entre o Colonial e o Moderno do Século XX.     O século XXI deve ser de cuidado com pautas e entraves, uma vez, por si próprio deve ser um aglutinador contra guerras, evitando assim, os erros das Grandes Guerras.  União e Reconstrução.     A bandeira tremula e nos diz ama-te a Ordem e o Progresso atual. Já o Povo, vê aos olhos de diversa...

Concurseiro: Faltou Confiança?

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Por Eric Costa e Silva. Antes de mais nada, essa é uma história em primeira pessoa, onde a vida privada como conteúdo midiático oferece a você leitor, o deleite de estar próximo deste homem (por muitos incompreendido) a assinar o presente texto e de como estou acostumado a viver no corpo e na alma, histórias tristes. Peço licença para penetrar no seu silêncio de leitura, nestas linhas quero lhe contar uma de minhas histórias de concurseiro e de como perdi a segunda prova do concurso para a vaga de técnico judiciário. Me faltou confiança? Era manhã... dia decisivo, a segunda prova do concurso de técnico judiciário aconteceria. Pulei cedo da cama e como é de meu hábito, passei a revisar as minhas notas de orientações de estudo. Não leve a mal! Relaxar?  Não! Sou um daqueles a levar materiais referentes a prova de seleção e focar até os últimos segundos, no estudo de temas retirados de artigos científicos, dissertações, trabalhos de conclusão de curso e teses. Todos garimpados em bibl...

Masmorras Poéticas.

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 🏯🏰 Now: Also in English! Scroll to the text bar. Crônica   Imagem de  travelspot  por  Pixabay Convido o leitor (a) a fechar os olhos! Seja bem-vindo a minha bela torre, sem muitas delongas, acredito, estamos no interior da masmorra poética do tempo, a memória, ente fraco na vida da maioria dos brasileiros, agora, renega a História de um povo, pois, ela se tornou estória, uma lenda, um mito desacreditado, apenas esculpido para a sanha atenta de criações de verdadeiras personas mercadológicas. Ser parte de uma estória com feitos para outros dados como bronzes alicerçados em vozes verossímeis, donde para nadar no rio desses feitos, seja necessário a presença dos envolvidos, nos leva a pensar o ato final da linha do tempo dos escolhidos para retratar o quadro Histórico do Brasil e caso alguns deles, medrosos fugirem da realidade, o brado de Prometeu tende a buscar seus passos, onde estiverem. Leitor (a), abra os olhos! Pense em algo a lhe proporcionar clamor, pr...

As Voltas de Um Certo “C”

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Eric Costa e Silva Dizem os passantes boiadeiros mais velhos, um breviário se faz juntando as lembranças onde os pés pisaram e de passo a passo regorjeiam na nossa mente o desnovelar de lastros neurais rumo a viagem dos nossos universos interiores. Ontem, entre as minhas preces reluziam um certo ar de desalento nas retinas a pairar entre mim e uma paisagem árida. Os tons de cerrado se aproximam no porvir do passado em ato de observar o relógio de sol-posto feito de gravetos no chão de areia fofa a mitigar os traços do azul anil do céu da época em que cheguei por essas bandas da cidade de Clementina. Era um daqueles carnavais promovidos pela Rádio Transamérica. Nos carnavais do início da década de noventa, eu buscava encontrar o amor regado na máxima da razão e da emoção, pois para mim, tudo deve obedecer tal simetria. Desde ontem e seus vinte desérticos invernos, guardo comigo  os estudos dos clássicos de Maquiavel a Young, de Clarice ao Bruxo do Cosme Velho e dentre outros e...