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Salto em Primeira Pessoa

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Eric Oliveira Costa e Silva Venha leitor, nos de o deleite de ser lido, uma vez, pois, na lista deste velho-jovem Aedo já figuram o ato de salvar a vida dos presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva, quando dos dias de labor na Agência Brasileira de Inteligência, outrora, cabe contar cada um destes feitos em duas crônicas urbanas. Antes de mais nada, você sabe o quê é uma crônica urbana? Sabe o quê é um texto jornalístico em primeira pessoa? Ambos estão ao seu olhar, a um salto em primeira pessoa.  A Crônica urbana é um gênero textual que retrata a vida nas cidades, por meio de histórias que refletem o cotidiano. Já o texto jornalístico em primeira pessoa é um diferencial humanizado do saber-fazer, jornalístico. Agora me reporto ao tempo de Almirante Terra-Ar-Terra com o ouvido dolorido para o dia da entre tarde, onde meu corpo pairava no ar de pé em cima de uma tampão pluvial, tomado aos céus pela ajuda providencial de um morteiro, do qual pegou propulsão p...

Jornada 4x3

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  Foto de TACILIM ORÉFICE      A defesa da jornada 4x3 é a vitória da barbárie contra a submissão da falta de humanidade, a lógica disfuncional da vida e o direito ao trabalho e o próprio direito à Fé, pois, um ser sem fôlego de vida, não pode prestar culto, sem ter em si, os passos que a fadiga o reduz ao abandono da vida em Comunidade. Falsa Polêmica.     Aquele a julgar como “falsa polêmica” a Reforma Tributária e a necessidade da Reforma Trabalhista, tende a escamotear a vida de quem trabalha, não vive a realidade e ainda se pré-dispõe a eternizar um Brasil que vive entre o Colonial e o Moderno do Século XX.     O século XXI deve ser de cuidado com pautas e entraves, uma vez, por si próprio deve ser um aglutinador contra guerras, evitando assim, os erros das Grandes Guerras.  União e Reconstrução.     A bandeira tremula e nos diz ama-te a Ordem e o Progresso atual. Já o Povo, vê aos olhos de diversa...

Concurseiro: Faltou Confiança?

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Por Eric Costa e Silva. Antes de mais nada, essa é uma história em primeira pessoa, onde a vida privada como conteúdo midiático oferece a você leitor, o deleite de estar próximo deste homem (por muitos incompreendido) a assinar o presente texto e de como estou acostumado a viver no corpo e na alma, histórias tristes. Peço licença para penetrar no seu silêncio de leitura, nestas linhas quero lhe contar uma de minhas histórias de concurseiro e de como perdi a segunda prova do concurso para a vaga de técnico judiciário. Me faltou confiança? Era manhã... dia decisivo, a segunda prova do concurso de técnico judiciário aconteceria. Pulei cedo da cama e como é de meu hábito, passei a revisar as minhas notas de orientações de estudo. Não leve a mal! Relaxar?  Não! Sou um daqueles a levar materiais referentes a prova de seleção e focar até os últimos segundos, no estudo de temas retirados de artigos científicos, dissertações, trabalhos de conclusão de curso e teses. Todos garimpados em bibl...

Masmorras Poéticas.

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 🏯🏰 Now: Also in English! Scroll to the text bar. Crônica   Imagem de  travelspot  por  Pixabay Convido o leitor (a) a fechar os olhos! Seja bem-vindo a minha bela torre, sem muitas delongas, acredito, estamos no interior da masmorra poética do tempo, a memória, ente fraco na vida da maioria dos brasileiros, agora, renega a História de um povo, pois, ela se tornou estória, uma lenda, um mito desacreditado, apenas esculpido para a sanha atenta de criações de verdadeiras personas mercadológicas. Ser parte de uma estória com feitos para outros dados como bronzes alicerçados em vozes verossímeis, donde para nadar no rio desses feitos, seja necessário a presença dos envolvidos, nos leva a pensar o ato final da linha do tempo dos escolhidos para retratar o quadro Histórico do Brasil e caso alguns deles, medrosos fugirem da realidade, o brado de Prometeu tende a buscar seus passos, onde estiverem. Leitor (a), abra os olhos! Pense em algo a lhe proporcionar clamor, pr...

As Voltas de Um Certo “C”

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Eric Costa e Silva Dizem os passantes boiadeiros mais velhos, um breviário se faz juntando as lembranças onde os pés pisaram e de passo a passo regorjeiam na nossa mente o desnovelar de lastros neurais rumo a viagem dos nossos universos interiores. Ontem, entre as minhas preces reluziam um certo ar de desalento nas retinas a pairar entre mim e uma paisagem árida. Os tons de cerrado se aproximam no porvir do passado em ato de observar o relógio de sol-posto feito de gravetos no chão de areia fofa a mitigar os traços do azul anil do céu da época em que cheguei por essas bandas da cidade de Clementina. Era um daqueles carnavais promovidos pela Rádio Transamérica. Nos carnavais do início da década de noventa, eu buscava encontrar o amor regado na máxima da razão e da emoção, pois para mim, tudo deve obedecer tal simetria. Desde ontem e seus vinte desérticos invernos, guardo comigo  os estudos dos clássicos de Maquiavel a Young, de Clarice ao Bruxo do Cosme Velho e dentre outros e...

Estrela Vermelha: “Presente!

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Miniconto Eric Costa e Silva Era manhã no calendário de um dos dias de ontem, mas, já ardia nos dias de férias, o mormaço na cidade de Araçatuba e, na casa de Erasmo (imagem fiel deste a escrever estas linhas), tem início, às ponderações rumo a defesa de mudança e fixação definitiva de um dos principais símbolos do Grande Oriente do Brasil (G.O.B). Há época para Erasmo - métrica angular deste a vos escrever estas parcas linha e, tendo como base, as suas arguições solidificadas em sua pesquisa, na qual, ela aponta para uma Nova Configuração em curso das estruturas físicas, climáticos, natural e natural artificial do Planeta Terra. No horizonte, tais alterações como grandes desastres naturais (terremotos, até mesmo em Araçatuba, grandes cheias, secas, tufões e tornados, onde antes, não havia decorrência dos mesmos) devem estar presentes, dentro da organização mais progressista da história da humanidade.  Então, devido os aspectos Históricos de defesa e presença do lado de ações inova...

Vésper: Choram as Rosas ‘por você!

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  Narrativa Curta Eric Costa e Silva Estas linhas, talvez, sejam consideradas um ponto a mais, junto aos traços de minha eterna solidão. Para um poeta esclarecido, a solidão não é a marca primária da tristeza, ao mesmo tempo, a tristeza, também está inserida no conjunto desse sentimento tão difícil de entender, chamado solidão. Há muito tempo, as noites, passo bem acordado para ver no céu uma estrela planeta brilhar e a Vésper batizei com o nome do amor de minha tenra juventude, tudo para guardá-la com mais carinho dentro da minha memória. Todos sabem! A estrela planeta Vésper é sempre a primeira a brilhar no céu, então ao deitar o olhar sob ela, estou voltando no tempo e de certo modo, vejo agora, aquela menina mulher a caminhar pelos corredores do Centro Específico de Formação ao Magistério (CEFAM). Uma das melhores lembranças daquele período, ocorreu no barracão da Festa do Peão no Recinto de Rodeio da cidade de Clementina e, naquele dia, conheci o cantor sertanejo Bruno (da dup...