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As Voltas de Um Certo “C”

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Eric Costa e Silva Dizem os passantes boiadeiros mais velhos, um breviário se faz juntando as lembranças onde os pés pisaram e de passo a passo regorjeiam na nossa mente o desnovelar de lastros neurais rumo a viagem dos nossos universos interiores. Ontem, entre as minhas preces reluziam um certo ar de desalento nas retinas a pairar entre mim e uma paisagem árida. Os tons de cerrado se aproximam no porvir do passado em ato de observar o relógio de sol-posto feito de gravetos no chão de areia fofa a mitigar os traços do azul anil do céu da época em que cheguei por essas bandas da cidade de Clementina. Era um daqueles carnavais promovidos pela Rádio Transamérica. Nos carnavais do início da década de noventa, eu buscava encontrar o amor regado na máxima da razão e da emoção, pois para mim, tudo deve obedecer tal simetria. Desde ontem e seus vinte desérticos invernos, guardo comigo  os estudos dos clássicos de Maquiavel a Young, de Clarice ao Bruxo do Cosme Velho e dentre outros e...

Estrela Vermelha: “Presente!

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Miniconto Eric Costa e Silva Era manhã no calendário de um dos dias de ontem, mas, já ardia nos dias de férias, o mormaço na cidade de Araçatuba e, na casa de Erasmo (imagem fiel deste a escrever estas linhas), tem início, às ponderações rumo a defesa de mudança e fixação definitiva de um dos principais símbolos do Grande Oriente do Brasil (G.O.B). Há época para Erasmo - métrica angular deste a vos escrever estas parcas linha e, tendo como base, as suas arguições solidificadas em sua pesquisa, na qual, ela aponta para uma Nova Configuração em curso das estruturas físicas, climáticos, natural e natural artificial do Planeta Terra. No horizonte, tais alterações como grandes desastres naturais (terremotos, até mesmo em Araçatuba, grandes cheias, secas, tufões e tornados, onde antes, não havia decorrência dos mesmos) devem estar presentes, dentro da organização mais progressista da história da humanidade.  Então, devido os aspectos Históricos de defesa e presença do lado de ações inova...

Vésper: Choram as Rosas ‘por você!

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  Narrativa Curta Eric Costa e Silva Estas linhas, talvez, sejam consideradas um ponto a mais, junto aos traços de minha eterna solidão. Para um poeta esclarecido, a solidão não é a marca primária da tristeza, ao mesmo tempo, a tristeza, também está inserida no conjunto desse sentimento tão difícil de entender, chamado solidão. Há muito tempo, as noites, passo bem acordado para ver no céu uma estrela planeta brilhar e a Vésper batizei com o nome do amor de minha tenra juventude, tudo para guardá-la com mais carinho dentro da minha memória. Todos sabem! A estrela planeta Vésper é sempre a primeira a brilhar no céu, então ao deitar o olhar sob ela, estou voltando no tempo e de certo modo, vejo agora, aquela menina mulher a caminhar pelos corredores do Centro Específico de Formação ao Magistério (CEFAM). Uma das melhores lembranças daquele período, ocorreu no barracão da Festa do Peão no Recinto de Rodeio da cidade de Clementina e, naquele dia, conheci o cantor sertanejo Bruno (da dup...

Passados Projetados ✨🎁🐱‍🏍👩👧

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  <Miniconto>   “Com seus bilhetes nas mãos, no cantinho dos guris (as), cada uma delas, voam rumo a outros mundos, encantando o dia sorriso de quem cabe a firmeza do amar e dar carinho”.   Ah! Os domingos… Como eram os nossos domingos da infância? O brilho cintilante do novo dia invadia os quartos, a casa em breve estaria cheia de gente.   Visitas, sempre estavam sentadas e prontas para contar um pouco mais, daqueles seus idos de ser criança e parávamos para admirar os véus das recordações, sob as roupas alegres de seus tempos passados.   E as crianças de hoje? Para elas, não basta a escola, a boneca ou a bola. Pois, neste quadro da meninice tem eles em mente, o pensamento da fantasia, postos em vielas, quase todas repletas do brincar em um vergel da temperança que desnovela e tem luz e escuridão.   Postas com seus bilhetes nas mãos, no cantinho dos guris (as), cada uma delas, voam rumo a outros mundos, enc...