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Reflexões Iniciais

Não procure meus olhos   Noutros olhos da aldeia,   Viva vividos viscerais    momentos de próprios sonhos.       Decida se seguirá nos caminhos ainda não trilhados   Saiba! Nem mesmo quero que se sinta obrigada   A segui-los em qualquer sentido, não sentido.       Vivo em uma masmorra poética   Delas vagam os fôlegos da descoberta sorridente.   Senhora dos destinos caminhantes    Tu velais  mesmos os passos?   Então os faça junto aos primeiros pés, nos cadernos das possibilidades.       Nas suas páginas! Tu encontrarás o círculo eterno   Apontando junto às vias de um corpo astral,   Enquanto no mar de suas ideias, rompem calmas agruras.       Uma masmorra não é só feita de pedra   Ela vive de uivos a ventar, nas orelhas da alegria do novo dia.   És véus navegantes ...

Novo Nome

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<Poesia> “Brindo o seu quase novo nome; [Conteiro!” Para falar de sonhos perdidos  sob as têmporas das naves, dantes nos quadros de Dante. O poeta hoje, recebe o carteiro... Você é bem-vindo carteiro? Brindo o seu quase novo nome; [Conteiro! Conteiro! Não me trazes mais as boas novas como cartões de natal,  cartas perfumadas, selos do além mar... E diz o poeta! Carteiro: Daquele seu trabalho de ontem pelo longe dos dias marcados, dos sonhos meus, talvez o mais duro ainda seja, os não mais trazidos por ti. Os tempos são ásperos hoje, apenas contas... Conteiro! Outrora, os sorrisos de tempos bons o choro que cala a partida, não cabe em figuras de linguagem. As veias abertas de nosso ser não são mais só latinas… Resta-me agora… Conteiro! Juntar mais e mais dinheiro. Resta-me agora… Conteiro! Pagar longas folhas de impostos. Pagar minhas vestes praguejadas pagar…a reconstrução do...