Novo Nome
<Poesia> “Brindo o seu quase novo nome; [Conteiro!” Para falar de sonhos perdidos sob as têmporas das naves, dantes nos quadros de Dante. O poeta hoje, recebe o carteiro... Você é bem-vindo carteiro? Brindo o seu quase novo nome; [Conteiro! Conteiro! Não me trazes mais as boas novas como cartões de natal, cartas perfumadas, selos do além mar... E diz o poeta! Carteiro: Daquele seu trabalho de ontem pelo longe dos dias marcados, dos sonhos meus, talvez o mais duro ainda seja, os não mais trazidos por ti. Os tempos são ásperos hoje, apenas contas... Conteiro! Outrora, os sorrisos de tempos bons o choro que cala a partida, não cabe em figuras de linguagem. As veias abertas de nosso ser não são mais só latinas… Resta-me agora… Conteiro! Juntar mais e mais dinheiro. Resta-me agora… Conteiro! Pagar longas folhas de impostos. Pagar minhas vestes praguejadas pagar…a reconstrução do...